"Nunca te amei tanto, ma soeur, Como quando de ti parti naquele pôr-de-sol. O bosque engoliu-me, o bosque azul, ma soeur, Sobre que já pousavam as estrelas pálidas a oeste. Não me ri nem um pouco, nada, ma soeur, Eu que a brincar ia ao encontro dum destino escuro — Enquanto os rostos já atrás de mim Devagar empalideciam no anoitecer do bosque azul. Tudo era belo naquele anoitecer único, ma soeur, Nunca mais depois e nunca antes assim — Verdade é: só me ficaram as grandes aves Que ao anoitecer têm fome no céu escuro." Nunca te Amei Tanto - Bertolt Brecht
as paredes tem ouvidos
velho truque aquele coração foi devolvido à toque de caixa em papel de seda com fita de cetim irretocável todo cuidado é louco quando é abra cada abraço devolvido cada caixa tem seu nome encaixa-se bem onde menos se despreza o desespero nos olhos dos outros é um poço resguarde o que lhe presta em olhos unânimes lavados a seco entre os cortes o nó que veda o fim não some .............................................................................. a verdade não é um estado um estar em si - a verdade é um caminho .
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